quarta-feira, 22 de novembro de 2017

RELATOR ACREDITA QUE REFORMA TRIBUTÁRIA SAI AINDA EM 2017

    São Paulo – A reforma tributária tem chances de ser aprovada ainda neste governo porque os deputados querem votar algo importante e com custo eleitoral menor do que outros temas, afirmou nesta terça-feira o relator da reforma na Câmara, o deputado federal londrinense Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR). Para ele, é possível colocar a emenda constitucional este ano ou no primeiro semestre de 2018. 
   “O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM) me disse que, quando for o momento ele põe em votação. Então agora estou construindo o consenso entre os parlamentares e lideranças empresariais, porque quando entrar em votação o debate acaba atrapalhando a reforma”, explicou. Em seu entendimento, a reforma tributária teria maiores chances de aprovação. “Os deputados querem voltar algo grande que não dê prejuízo eleitoral”, disse. 
Hauly participou de um almoço do Lide, grupo de lideranças empresariais de São Paulo. Aos presentes, o deputado defendeu sua proposta de reforma ampla sobre o atual sistema, que considera um “manicômio”. Entre os principais problemas, ele identificou a regressividade da taxação, o tamanho da renúncia fiscal, concedida pelo governo federal. Estados e municípios, burocracia e o emaranhado de leis, que contribuem para o grande passivo elisão fiscal e disputas judiciais. “O sistema tributário ineficiente é responsável por 50% dos problemas da nossa economia”, afirmou.
   Em sua apresentação, o parlamentar afirmou que a carga tributária de quem ganha até dois salários mínimos em 2008 chegava a 53,9%. Enquanto isso, as renúncias fiscais chegaram a R$ 500 bilhões, enquanto a sonegação tirava outros R$ 460 bilhões dos cofres públicos. “ E sem incentivos nós não conseguimos competir nem com o Paraguai”, criticou. 
   A proposta defendida por Hauly – uma emenda constitucional e sete ou oito alterações infraconstitucionais – prevê três grandes fontes de arrecadação: um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) nacional, que unificaria ICMS, ISS, IPI, Cofins, Cide, Salário-educação, IOF, PIS e Pasep; um imposto seletivo para 12 setores: energia, combustíveis líquidos e derivados, comunicação, minerais, transportes, cigarros, bebidas, veículos, eletroeletrônicos, eletrodomésticos, pneus e autopeças; e a elevação dos impostos sobre renda e propriedade – algo que seria discutido a parte e em um momento posterior.
   De acordo com o relator, o texto foi construído de forma com que a arrecadação de cada esfera de governo se mantenha estável e que a carga tributária continue perto dos 35% do PIB. “A carga tributária continua igual, mas os ganhos (com a simplificação) serão enormes”, notou. 
   FATIAMENTO
   Hauly rechaçou a ideia de fatiamento da reforma, como foi defendido pela presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). 
   “O fatiamento é inaceitável, eu não aceito nenhum tipo de fatiamento. Se for para fatiar, não é comigo”, disse. “De fatiamento em fatiamento, acabaram com a economia.”
   A ideia de parcelar a aprovação da reforma tributária foi defendida na segunda-feira, 20, por Maia. “Acho que é mais fácil a gente caminhar por partes, fazer a federal, depois a estadual, que é mais difícil”, afirmou o presidente da Câmara em outro evento do Lide, em Porto Alegre. 
   Hauly afirmou também que o texto de sua relatoria não prevê a criação de uma “URV Fiscal”, proposta por um grupo montado pelo Palácio do Planalto para discutir o tema. “Na nossa proposta não precisa de nada disso. No momento em que for aprovado, nós vamos ficar um ano testando (o nosso modelo) com alíquota reduzida, de 2% ou 3%, dedutível do modelo velho”, explicou. 
   Para amenizar temores sobre a queda da arrecadação entre queda na arrecadação entre Estados e municípios com a nova legislação, a equipe chefiada por Gastão Toledo, assessor especial da Presidência, propôs um mecanismo que prevê a divisão da distribuição do novo IVA de forma diferente da proposta relatada por Hauly. Ela seria feita inicialmente de duas formas: uma com valor nominal fixo, equivalente à medida de arrecadação de dois anos anteriores à reforma, e uma “incremental”, paga nos moldes do novo sistema tributário, que prevê a transferência da cobrança do atual ICMS para o local de destino (hoje concentrada na origem dos produtos). A janela de transição seria 20 anos. (FONTE: MARCELO OSAKABE – Agência Estadopágina 3caderno FOLHA ECONOMIA & NEGÓCIOS, quarta-feira, 22 de novembro de 2017, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

GRUPO FOLHA LANÇA LIVRO COM LEITORES DO 'DEDO DE PROSA'



  
   O Grupo FOLHA lança nesta quarta-feira, 22, o livro “Prosa Rural - Uma coletânea de crônicas do caderno Folha Rural da Folha de Londrina”, que reúne 60 crônicas escritas por leitores e que foram publicadas na seção “Dedo de Prosa”. A iniciativa partiu de quatro dos mais assíduos colaboradores da coluna e foi abraçada pela empresa, como forma de também comemorar os dez anos do espaço destinado a histórias reais e ficcionais no caderno de agronegócios. 
   Os autores são o idealizador do livro, professor universitário Gerson Melatti, o comerciante Dailton Martins, a professora Estela Maria Frederico Ferreira e o médico Sidney Girotto. Cada um contribuiu com 15 crônicas, das tantas que enviaram e que foram publicadas nestes dez anos. 
   Os livros serão vendidos por R$ 30 cada. Uma parte dos livros será destinada para a Apae, que ficará com toda a renda do lote. Outros foram colocados à disposição da Belagrícola e da Sociedade Rural do Paraná, patrocinadores do projeto, e para comercialização na sede da FOLHA, no setor de Classificados. 
   O idealizador do livro conta que fez um levantamento de todas as crônicas nos arquivos do jornal ainda em 2013, quando percebeu que alguns nomes de leitores se repetiam mais do que os de outros. Há uns dois anos Melatti resolveu procurar alguns dos colegas de prosa e encontrou em Martins, Ferreira e Girotto o apoio para levar o projeto adiante. “Vi que tem muita coisa boa ali e é algo importante porque faz parte da cultura da nossa região”, diz Melatti, que conta que a FOLHA abraçou a ideia. “São textos simples, causos, enfim, algo agradável para se sentar, relaxar e ler um pouquinho.”
   Editora da Folha Rural, Célia Guerra lembra que o “Dedo de Prosa” nasceu em 2007 como espaço para comentários sobre agronegócios, cotações e o mercado, mas passou a contar com histórias ficcionais ou reais contadas pelo jornalista da FOLHA. Logo os leitores passaram a contribuir com a seção e hoje já representam a grande maioria dos textos publicados. “A Folha Rural busca mostrar a relação do campo com o urbano e essas crônicas representam bem isso, com lembranças e reflexões sobre a vida e os avanços que a tecnologia nos impõe”, diz Guerra. (FONTE): FÁBIO GALIOTTO – Reportagem Local, caderno FOLHA ECONOMIA & NEGÓCIOS, página 3. quarta-feira, 22 de novembro de 2017, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

A DESIGUALDADE SALARIAL NO BRASIL


   Um relatório divulgado nessa terça (21) pelo Banco Mundial mostrou que o Brasil gasta mais com servidores do que países desenvolvidos, como Estados Unidos, Portugal e França. Não significa que o setor tenha mais funcionários a serviço da população. Mas a remuneração de quem trabalha para os governos federal, estadual e municipal está acima da média da remuneração dos funcionários do setor privado. E os salários são bem maiores para quem trabalha no serviço publico federal. Utilizando os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a instituição financeira internacional chegou à conclusão que o setor público paga, em média, 70% a mais que a iniciativa privada – R$ 44 mil por ano contra R$ 26 mil. Se comparado aos trabalhadores informais, a remuneração é três vezes maior. Quando analisa dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), o Banco constatou que no Brasil, 5,6% da população empregada está no setor público. Nos países que fazem parte da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, entre eles os mais ricos do mundo, este percentual é de quase 10%. Segundo o estudo, os gastos do Brasil com servidores (de todas as esferas de governo) alcançaram 13,1% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2015. Em países como Austrália e Estados Unidos, o gasto com servidores é muito menor, cerca de 9% do PIB. É por causa disso que os servidores federais estão no topo da pirâmide de renda do Brasil. Sete em cada dez destes funcionários integra o grupo dos 10% mais ricos do país. O Banco Mundial classifica o Brasil como um caso totalmente fora do padrão. O que a instituição espera com esse relatório? Justamente apontar soluções para o controle de gastos que ajudem a fazer o ajuste fiscal sem prejudicar os mais pobres. Se o país pagasse seus servidores públicos conforme os padrões internacionais, o dinheiro economizado poderia ser revertido em mais e melhores serviços à população. O banco até sugere o congelamento dos salários até 2024. Mas, se a proposta de suspensão do reajuste em 2018 gerou tanta polêmica, é difícil acreditar que algo diferente possa acontecer. (OPINIÃO opinião@folhadelondrina.com.br página 2, quarta-feira, 22 de novembro de 2017, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

terça-feira, 21 de novembro de 2017

VIDAS AFINADAS COM A MÚSICA

Roney Marczak, diretor da Escola de Música Sol Maior: "Nosso desejo é ampliar oportunidades"

   O universo musical está além do aprendizado de um instrumento; vivenciá-lo é uma oportunidade de construir novas histórias
   Não é novidade e está comprovado cientificamente: a música impacta a capacidade de processamento de informação do cérebro. ‘Tocar um instrumento durante um longo período de tempo, tem o potencial de mudar sua função e estrutura, especialmente quando iniciada antes dos sete anos de idade. 
   A constatação é do pesquisador de música, o neurologista Gottfried Schlaug, da Escola Médica de Harvard, que também destaca que, “o treinamento musical intenso gera novos processos dentro do cérebro, em diferentes estágios da vida e com uma série de impactos na criatividade, cognição e aprendizado”. 
   Essas afirmações foram feitas durante a edição de 2013 da Sociedade de Neurociência, em San Diego, na Califórnia, e tem sido uma aposta par o currículo de muitas escolas. 
   “Nos Estados Unidos, por exemplo, todas as escolas têm uma orquestra, mas no Brasil o ensino da música não tem visibilidade, pois ao contrário do esporte que resulta em um troféu ou medalha, a música não tem um reconhecimento palpável em um curto período de tempo”, comenta o violinista londrinense Roney Marczak.
   Ele vive a música há quase quatro décadas e durante muito tempo, vem projetando o olhar para crianças e jovens que desejam aprender música, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social. 
   Desde 2001, a Escola de Música Sol Maior abriga o projeto homônimo. Dos 160 alunos, 78 são bolsistas. Em troca do aprendizado de um instrumento, eles devem mostrar um bom desempenho escolar e disciplina nas aulas do projeto.
   Até hoje, a escola já atendeu mais de oito mil alunos, número que revela também o papel de formação cidadã do projeto Sol Maior. “Em sala de aula, as diferenças de idade e classe social desaparecem. A música revela às pessoas que elas têm direitos e oportunidades iguais”, afirma Marczak. 

ABRINDO CARMINHOS
Matheus Oliveira Ribeiro, 20: "Com a música, minha vida mudou bastante"
   Com o violoncelos em mãos, o aluno Matheus Oliveira Ribeiro, 20, conta que sonha estudar música fora do País, e que para isso, tem se dedicado muito aos estudos do instrumento. 
   Até os 16 anos, ele tinha outro desejo. Se imagina no futuro como professor de educação física. Até que um dia escutou música clássica pela primeira vez e ficou impressionado. “Passei a escutar em casa e quis aprender. Minha vida mudou bastante, pois antes só queria saber de jogar bola”, diz. Ribeiro e o pai economizaram o dinheiro da venda de raspadinha e compraram um violoncelo. Mas não foi possível dar continuidade às aulas particulares. 
   Mas como a paixão pela música só crescia em Ribeiro, ele conseguiu uma bolsa no projeto Sol Maior e hoje é integrante da Orquestra Jovem, com o objetivo de se profissionalizar e conquistar os palcos do mundo. 
Samuel Ângelo Teodoro, 22 anos, : de bolsista a professor , hoje ele tem 45 alunos
   A mesma oportunidade foi dada ao Samuel Ângelo Teodoro, 22, há cerca de sete anos. Ele foi bolsista e hoje é professor na Escola, ensinando violino para 45 alunos. 
   Ele conheceu o instrumento através de um projeto na escola. Quando vi o Roney tocando a música “Brasileirinho” no violino, eu desejei fazer igual”, conta ele, ao enfatizar que foi importante ter alguém em quem se inspirar.
   “Quero ser o mesmo para meus alunos e mostrar o quanto a música me abriu caminhos Eu mudei nos relacionamentos interpessoais, pois era muito tímido, fiz minha primeira viagem de avião por conta de uma apresentação de música e ganhei uma profissão”, comemora. 
Larissa Galdiano Ribeiro, 17 anos: "Depois das aulas de violino, tenho muito mais concentração"
   Para a aluna Larissa Galdiano Ribeiro, 17, o universo musical transformou também suas notas no boletim. “Sempre fui distraída e tirava notas baixas. Depois das aulas com violino, isso mudou porque a música trabalha muito a concentração. É um aprendizado que ajuda em todos os aspectos e traz uma motivação”, afirma. 
   Ribeiro pretende fazer faculdade de música na UEL (Universidade Estadual de Londrina) e está se preparando tecnicamente. “Todos os dias eu estudo em casa”, diz. 
   Marczak conta que o maior desafio da música não está no instrumento em si, mas na vontade de tocá-lo. Por esse motivo, ele continua direcionando o olhar para os talentos que batem à porta do projeto Sol Maior.
   A cada dois alunos mensalistas na escola, uma vaga de bolsista é aberta. “Nosso desejo é ampliar essas oportunidades. Temos uma lista de espera de aproximadamente 70 alunos e por este motivo, quem está aqui dentro é bastante exigido”, afirma. (FONTE: MICAELA ORIKASA – Reportagem Local, FOLHA CIDADANIA, terça-feira, 21 de novembro de 2017, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

TRABALHADORES ESTRANGEIROS


   A indústria e o agronegócio fizeram do Paraná o terceiro Estado do País em número de trabalhadores estrangeiros com carteira assinada. São 13,8 mil pessoas que encontram por aqui oportunidades de trabalho e melhores condições de vida. À frente do Paraná estão São Paulo (43,1 mil) e Santa Catarina (14,3 mil). Os números foram levantados pelo Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social) com base na Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e Emprego. A força da agroindústria é comprovada na abertura de postos de trabalho quando se leva em consideração que três das oito cidades com maior número de trabalhadores estrangeiros são fortes pela produção granjeira. A segunda colocada é Cascavel (1,3 mil), a quinta é Toledo (581) e a sétima, Marechal Cândido Rondon (399). Londrina, apesar de ser a segunda cidade do Estado em população, é apenas a oitava em número de registrados, com 384. Completam a lita dos principais destinos a capital (3,4 mil), (Foz do Iguaçu (1,2 mil), Maringá (762) e São José dos Pinhais (514). Os aspectos geográficos do nosso Estado, ajudam a explicar a posição no ranking, segundo a análise do presidente do Ipardes, Julio Suzuki Júnior, principalmente por conta da proximidade com as fronteiras do Paraguai e da Argentina. Suzuki também lembra que o Paraná recebeu muitos imigrantes transferidos com a abertura de filiais das multinacionais em que trabalham. É o caso do contingente de trabalhadores registrados entre 2010 e 2016, como japoneses (de 121 para 221), italianos (89 para 149), espanhóis (56 para 114) e chineses (91 par 159). Mas nesse período foram os haitianos que mais obtiveram empregos registrados. Foram 4.847 pessoas, ou 45% do total. Boa parte dos haitianos está no chão de fábrica, incluindo muita gente com graduação, mas que não conseguiram se colocar na área de formação. O presidente do Ipardes explica que não tem fundamento a teoria de que os imigrantes ocupam vagas que deveriam ser de brasileiros. Isso porque o Brasil entrou num movimento de transição demográfica, com a redução da natalidade e o envelhecimento da população. A longo prazo, a incorporação da mão de obra estrangeira ajudará no crescimento econômico nas próximas décadas. Mais importante é lembrar que o Brasil segue uma política de acolhimento humanitário a imigrantes que chegam no país, principalmente aqueles que fogem da miséria e de conflitos. (FONTE: OPINIÃO opinião@folhadelondrina.com.br página 2, terça-feira, 21 de novembro de 2017, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

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Comentários

Wanda Cobo

"Maravilha meu amigo, continue nos deliciando com suas ideias." W.D Londrina-Pr


Adilson Silva

Olá Professor José Roberto, Parabéns pelas excelentes matérias , muito bom conhecimento para todos. muita paz e fraternidade. Londrina-Pr

Marcos Vitor Piter

Excelentes e Sabias palavras parabéns Professor um Abraço dos Amigos de Arapongas - PR.

João Costa

Meus parabéns por vc e por tudo que pude ler continue levando este conhecimento p/ todos. Forte abraço! João Batista.
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Meu amigo continue contribuindo com a sua sabedoria. Forte abraço... João Batista 31/10/2013
Daiane C M Santos
Parabéns, muito criativo e inteligente!
Zeze Baladelli
Oi meu amigo,entrei seu blog,parabéns querido,voce é um gentleman,um grande amigo e muito inteligente,desejo que Deus te abençoe mais e mais...super beijo...



MARINA SIMÕES

Caro amigo Roberto, muito obrigada por suas sábias e verdadeiras palavras. Como é bom encontrarmos no nosso dia adia pessoas que comungam nossas idéias, nossas críticas, ou mesmo comentário sobre determinados assuntos. Eu procuro escrever e mostrar mensagens de
fé, de esperança, ou mesmo um alento carinhoso para nós que vivemos um mundo tão cruel, egoísta e caótico. Estou tentando escrever um comentário sobre seus textos. Parabéns, eu os tenho como que a "arquitetura" com as palavras. É um estilo totalmente seu, e meu amigo é simplesmente estimulante. Ele nos faz pensar e isto é muito bom. Um grande abraço. Marina.



JOÃO RENATO
Aqui estou eu novamente é impossivel não entrar aqui para vê estas maravilha por vc postada. Forte abraço do seu amigo hoje e sempre...........

ADALGISA
Parabéns! meu amigo querido!!!Adorei seu blog, mensagens lindas e suaves como a tua persoalidade e seu jeito de ser!!!Abraços e beijos.
TIAGO ROBERTO FIGUEIREDO
Parabéns professor José Roberto seu blog está divino..abs !
JAIRO FERNANDES
Olá, Querido Professor José Roberto! Fiquei muito emocionado com suas mensagens postadas, gostaria muito de revê-lo novamente após muitos anos, você fora meu professor e tenho muita saudade, gostaria que enviasse-me o seu endereço.ʺ Deus te ilumine sempreʺ Pois fazes parte de minha história de vida.
ALICE MARIA
Oi tio.Muito lindo seu cantinho na internet. Tô de olho. Lembro também de algumas coisas lá da Serra, principalmente da venda do vô Rubens. Beijo ,Alice Maria.

WANDA COBO

WANDA COBO

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