sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

A ARTE DE COLAR CAQUINHOS

Rosane Araújo que recolhe material para os mosaicos nas caçambas de lixo, acredita que sua arte pode fazer alguma coisa pela cidade e pelas pessoas 

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ranscrição da página 4, caderno FOLHA 2, 2 e 3 de fevereiro de 2019, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA
   Rosane Araújo deixa sua marca artística em Londrina espalhando mosaicos em paredes, escadarias e até postes do Calçadão ( NATÁLIA PEREZIN – Estagiária. Supervisão CÉLIA MUSILLI, Editora da Folha 2, 2 e 3/2/2019, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA. 
   Quem anda pelas ruas mais movimentadas de Londrina certamente passou por mosaicos colados em postes e muros, mesmo sem perceber. 
   Na barragem do Lago Igapó ou o Zerão, as pequenas peças coloridas marcam presença na cidade. Estamos acostumados a perceber a arte de rua como o grafite ou cartazes, mas o mosaico também pode marcar o meio urbano. Muitas vezes não conhecemos os autores das obras, ainda que elas tenham uma pequena assinatura. 
   A artista Rosane Araújo passou a assinar seus mosaicos há pouco tempo, esmo tendo começado a trabalhar com essa arte em 2011. Ela já colocou suas obras em vários lugares de Londrina: paredes, escadarias, postes, mesas e bancos nas praças, entre outros. A maioria de suas obras, todas coloridas, retratam animais, em especial os gatos e peixes, além das flores. Sua inspiração inicial, porém, foram as mandalas e a liberdade de combinar cores, formas e estilos. 
   Ela começou seu trabalho na Vila Portuguesa, onde montou um ateliê gratuito para dar aula de arte para as crianças. “Como a arte mudou minha vida, eu acho que ela muda a vida de qualquer um”, disse. Depois suas obras estenderam-se por outras regiões da cidade. 
   A escadaria decorada no Zerão foi finalizada em março do ano passado e Rosane levou seis meses para fazer. Durante esse tempo, a artista fez muitas amizades com as pessoas que passavam por lá. Muitas vezes ela foi insultada enquanto fazia seu trabalho e acha que algumas pessoas não entendem nem procuram saber mais sobre o tipo de arte que ela faz e como pode deixar a cidade mais bonita. Apesar disso, a maioria das reações vem de admiradores. “Quase todo mundo elogia e os mosaicos são muito bem aceitos”, diz.
   Sobre suas intenções, Rosane não hesita em falar sobre seu desejo em colorir o cotidiano das pessoas. “Eu acho a vida bastante pesada, a minha arte é uma forma de fazer algo pelos outros”, e também acha que isso pode fazer as pessoas levantarem os olhos – ela coloca a maioria dos seus mosaicos a 1,60m de altura porque um dia viu na televisão que é a altura média das mulheres brasileiras.
   A arte sempre foi presente na vida de Rosane: desde criança desenha e hoje trabalha em um ateliê, produzindo telas e cerâmicas. Para ela a arte é alimentadora: ela começa um desenho sem finalizá-lo. Cada vez que passa por ele, desenha um pouco mais e isso a preenche. “A arte salva. Salva de algo, do quê, eu não sei”, afirma Rosane. 
   90% dos materiais que usa para fazer os mosaicos são de caçamba de lixo. Rosane diz que se acha legal, pega. Em sua casa, ela faz o desenho em uma tela e lá cola as placas. Quando chega no local escolhido, ela apenas transfere o mosaico, já pronto. Essa técnica facilita o trabalho dela e reduz o tempo de produção. Ela pega os azulejos inteiros e os corta com um torquês e uma riscadeira para que saiam as formas que ela deseja.
   Rosane não pretende parar de espalhar sua arte pela cidade. “Eu tenho planos de fazer arte enquanto tiver condições de fazer. Enquanto tiver condições físicas vou ser artista”. 
   O mosaico, ou Arte Mosaica, é uma arte decorativa que utiliza colagem próxima de pequenas peças – que podem ser de materiais, formato e cores diferentes – para formar uma grande figura. Em todo o Brasil este tipo de arte está presente de alguma forma. A Escadaria Selarón, oficialmente conhecida como Rua Manuel Carneiro, no Rio de Janeiro, é um dos mais conhecidos lugares desse tipo e virou um ponto turístico na cidade por conta dos mosaicos em seus 215 degraus. O artista plástico Jorge Selarón começou a obra no início dos anos 1990, com o objetivo de restaurar a escadaria e usou mais de dois mil azulejos coloridos que hoje atraem turistas e todo o mundo. (FONTE: NATÁLIA PEREZIN, estagiária, *Supervisão CÉLIA MUSILLI, Editora da Folha 2, página 4, caderno FOLHA 2, 2 e 3 de fevereiro de 2019, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

PARA NINGUÉM FICAR PARADO

Participantes do grupo de ginástica fazem exercícios de alongamento, força, equilíbrio e coordenação motora

Micaela Orikasa – Reportagem Local, caderno Folha Cidades, quarta-feira, 7 de fevereiro de 2019, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA 

   FEL oferece gratuitamente aulas de futsal, ginástica, caminhada e corrida, também serão abertas turmas para crianças 

   O ginásio de esportes Moringão, na área central de Londrina, abre as portas logo nas primeiras horas da manhã para receber crianças, jovens, adultos e idosos interessados em praticar exercícios. A cada dia da semana são diferentes atividades esportivas ofertadas gratuitamente. Este é um projeto que acontece há pelo menos dois anos em Londrina. “A ideia é fazer um trabalho de promoção da saúde e a única cobrança que existe é a frequência às aulas”, comenta Sandro dos Santos, assessor de esporte e eventos da FEL (Fundação de Esportes de Londrina). Para participar basta comparecer no horário das aulas e fazer a inscrição. 
   As aulas acontecem no ginásio do Moringão, mas algumas atividades também são realizadas ao ar livre, no Zerão, especialmente na modalidade de caminhada e corrida. São oferecidas atividades também nos centros esportivos localizados nos bairros. 
   No grupo de ginástica, além dos exercícios de alongamento, força, equilíbrio e coordenação motora, os alunos também têm prática de dança as quintas-feiras. A turma atualmente é composta por 50 alunos, especialmente idosos. Castorina de Jesus Ferreira, 67, está no grupo desde o início. Hoje, dois anos depois, ela se orgulha em dizer que recebe elogios nas consultas médicas. “Meus exames estão ótimos porque minha saúde está em dia. Sinto que ganhei mais força e agilidade nas pernas, o corpo está mais leve e tenho mais disposição para os afazeres de casa”, comenta. 
   O mesmo entusiasmo é revelado pela operadora de caixa, Danielle Agria de Campos Nogueira, 49. “Passei por momentos ruins e estava desanimada. Quando comecei a frequentar as aulas, há pouco mais de um ano, passei por uma transformação física e emocional. Adorei um novo estilo de vida e foi o melhor negócio que fiz, pois além da saúde para o corpo descobri que esses encontros são uma ótima maneira de fazer amizades”, afirma. 
   Incentivado pela irmã, Alexandre Tanaka, 46, também tomou gosto pela atividade. “Não falto em nenhuma aula. Me faz tão bem que passei a frequentar o grupo de corrida também”, diz. 
   Todo mundo sai ganhando, até a estagiária Evelyn Atamanczuk de Lima. “É uma forma de um transportar todo o aprendizado em sala de aula para a prática. É uma experiência única”, comenta a estudante do 3º ano de educação física. Ela ministra as aulas de ginástica e os grupos de caminhada e corrida, e observa que a maior parte dos alunos busca as atividades por causa do sobrepeso ou pelo interesse em melhorar o condicionamento cardiorrespiratório. “Há ainda o atrativo do convívio social, pois a maioria são idosos”, aponta. 
   Ao todo, 23 estagiários participam do programa. Eles são supervalorizados pelos professores de educação física do município. “Na segunda-feira (4), abrimos um processo seletivo para contratar mais 13 profissionais. A ideia é ampliar esse trabaho ao longo do ano, com novas turmas ou modalidades”, explica Santos. O processo seletivo simplificado citado por ele é para o programa de estágio não obrigatório remunerado. Na área de educação física, o teste é para formação de cadastro reserva. 
   SERVIÇO: Mais informações sobre as atividades pelo telefone (43) 3372-9191. 

               ABERTAS INSCRIÇÕES PARA FUNCIONAL KIDS 

   Pensando no público infantil, a FEL (Fundação de Esportes de Londrina) oferta mais duas modalidades de atividades físicas. A partir de terça-feira (12) começam as aulas de funcional kids e jazz infantil, no segundo andar do ginásio de esportes Moringão. 
   No funcional kids, os alunos serão estimulados com exercícios localizados e aeróbicos, visando a correção postural, coordenação motora, flexibilidade, lateralidade e equilíbrio. A atividade é direcionada para meninos e meninas entre 10 e 14 anos.
   A mesma faixa etária é exigida para aqueles que querem participar da turma de jazz. De acordo com o assessor de esportes e eventos da FEL, Sandro dos Santos, uma sala foi adaptada com espelhos e piso próprio para dança. 
   Outra atividade é o futsal, já que é ofertado desde setembro de 2018. uma das modalidades, segundo Santos, que mais atraem as crianças. As turmas são compostas por 20 alunos entre 6 e 14 anos. 
   Os interessados devem comparecer no horário das aulas, acompanhados por um responsável para o preenchimento da ficha de inscrição e termo de autorização. (M.O.).
SERVIÇO
   Mais informações sobre as atividades pelo telefone (43) 3372-9191. (FONTE: MICAELA ORIKASA, Reportagem Local, caderno Folha Cidades, quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019. Publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

ALGORITMOS, COMO ELES TE CONTROLAM


   Você sabe o que é um algoritmo e como ele influencia sua vida? Trata-se de uma série de passos, regras ou procedimentos pautados pela lógica, que tentam solucionar um problema. Por exemplo: você precisa estar pronto para o trabalho às 8 h da manhã. Logicamente, você irá acordar às 6h30, se alimentar, tomar banho, escovar os dentes e se arrumar até, precisamente, estar pontualmente pronto para o trabalho. Se todos esses passos deram certo é porque você conseguiu resolver o problema: então, o algoritmo funcionou. Pena – ou não – que nós, seres humanos, sempre nos atrasamos em acordar na madrugada. Porém, o computador não. 
   Nesse caso, o computador trocaria a sequência do que fazer até estar pronto para o trabalho, como acordar, escovar os dentes, tomar banho, se alimentar e se arrumar. Ou até sequências conflitantes, como se arrumar e depois ir para o banho. Os algoritmos testam e comprovam os caminhos possíveis, para tentar entregar a melhor forma para você estar pronto às 8h da manhã. 
   Onde estão os algoritmos? Eles estão na sua mão, nesse momento, em celulares, tablets e computadores. Esses são oso hardwares; já os algoritmos estão dentro deles, nos softwares: na lógica do computador. Atualmente, eles já definem os conteúdos que você recebe nas redes sociais. Além disso, mostram qual seria o melhor conteúdo em um site específico para você, como uma sugestão de produtos ou filmes. Eles também estão no mercado financeiro, definindo qual melhor investimento. Na área jurídica, auxiliando o trabalho de advogados em suas defesas, processos e contratos. Até na medicina, os algoritmos têm auxiliado nos diagnósticos e prognósticos. 
   Futuramente, ainda haverá grandes mudanças segundo a Ciência Quântica e da Computação, da Universidade Britânica de Heriot-Watt. A universidade está trabalhando na criação de computador quânticos, máquinas que teriam uma capacidade enorme de processamento; portanto, uso de algoritmos que aprendem sozinhos, ou melhor, a inteligência artificial. 
   No fim, quem já decide é o computador, o celular ou tablete. Não é à toa que Malena Contrera nos alerta para o termo “usuários” de aparelhos. Estamos dependentes. Vivemos com aparelhos que contam nossas atividades físicas e biológicas e que mandam até a gente beber água em determinada hora. Já faz tempo que não pensamos e tiramos conclusões por nós mesmos, afinal, todo o conteúdo de notícias (seja fake news ou não) e das redes sociais, quando entregue para nós, já foi decidido pelos algoritmos. A cada dia estamos mais infantis e narcisitas por isso, afinal, não há diferença o que o algoritimo nos dá e o espelho d’água de Narciso. 
   O grande problema nisso tudo é que, apesar do algoritmo ser logicamente correto, nós seres humanos não somos inteiramente lógicos; somos falhos e, no fim, não queremos ficar prontos para o trabalho as 8h; nós queremos mesmo é nos atrasar ou nem ir. (FONTE: Crônica escrita por LEONARDO TORRES, palestrante, professor e doutorando em comunicação e cultura midiática, coluna ESPAÇO ABERTO, página 2, quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA). * Os artigos devem conter os dados do autor e ter no máximo 3.800 caracteres e no mínimo 1.500 caracteres. Os artigos publicados não refletem necessariamente a opinião do jornal. E-mail: opinião@folhadelondrina.com.br

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

MULATANDO


Transcrição da crônica escrita por DOMINGOS PELLEGRINI, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA – 26 e 27 de janeiro de 2019, caderno FOLHA 2, página 2, coluna AOS DOMINGOS PELLEGRINI 
   Falo a palavra “mulato” e alguém adverte: é politicamente incorreto, pois a palavra vem de “mula”. Por isso mesmo continuarei mulatando em vez de falar “pardo”, essa palavra sem graça e sem história, ao contrário da mula.
   A mula, mestiça de égua e burro para as feministas, ou de cavalo e burra para os machistas, já nisso simboliza o destino racial da Humanidade, cada vez mais mestiça. Assim, em vez de sugerir racismo, a palavra sugere integração racial, além de beleza, força e habilidade. Tem barranco que só mula sobe, perigo que só mula pressente. 
   A mula também tem história, até na própria palavra, que vem do Latima “mulus”, pois já lá na Antiguidade e pela Idade Média afora a mula levou víveres para as civilizações. Impérios foram erguidos sobre patas das mulas. No Brasil mesmo, até metade do século passado, a mula foi o principal meio de transporte, levando no lombo ciclos econômicos como do ouro e do café, além do tropeirismo que tantas cidades fundou. 
   Na Segunda Guerra, o Brasil exportou mulas para o transporte de carga das forças aliadas na Europa. Onde os jipes não passavam nas estradas cobertas de neve, nossas mulas passavam galhardamente sem nem ganhar medalhas. 
   Além disso, tenho mula na família: a foto aí acima é de meu avô José, que foi tropeiro, montado orgulhosamente numa mula. Acresce ainda que mulas são bonitas – e então me parece que deixar de usar a palavra “mulata” é apenas sinal de ignorância ou preconceito, essa dupla inseparável. 
   Menino, ouvi explodir nas rádios o samba Mulata Assanhada, de Ataulfo Alves. “Õ, mulata assanhada/que passa com graça/fazendo pirraça/fingindo inocente/tirando o sossego da gente”...
   Ataulfo era mulato, aos oito anos já escrevia versos, conforme Dr. Google, e foi leiteiro, condutor de bois, carregador de malas, menino de recados, engraxate, marceneiro e lavrador. Ou seja, trabalhou feito mula antes de começar a compor aos vinte anos, daí deixando trezentas músicas, um dos mais férteis compositores brasileiros, ao contrário das mulas que são inférteis. 
   “Ah, mulata, se eu pudesse/e se meu dinheiro desse/eu te dava sem pensa/esta terra, este céu, este mar/e ela finge que não sabe/que tem feitiço no olhar” – os versos de Ataulfo são tão límpidos quanto graciosos.
   Mas, ah, a correção política há de notar, a seguir Ataulfo parece consagrar a escravidão: “Ai, meu Deus, que bom seria/ se voltasse a escravidão/eu pegava a escurinha/e prendia no meu coração./ E depois a pretoria/ quem resolvia a questão!”
   A correção política se aterá ao desejo de retorno à escravidão, que entretanto é apenas truque poético momentâneo para – com o precioso trocadilho preto/ria – expressar em seguida o desejo de casar com a mulata. 
   Além do mais, “mula” é palavra feminina a designar o macho e a fêmea, requinte de sua atualidade de gênero. 
   Mas ainda é preciso lembrar da fábula da mula, de Esopo. No curral onde nasceu, bem alimentada e crescendo bonita, a mula se achava a tal, filha de refinada linhagem mulal. Mas, mal acaba de crescer, é levada a viajar domo mula de carga, descobrindo então seu destino amargo. 
   Assim, a mula se põe como exemplo de humildade. Obedece. Serve. Aguenta. Resiste. Mas não aceita mau trato, então empaca, como fazem os povos. 
   George Craig Smith contava que, na primeira caravana para abrir Londrina, no meio da mata a mula chefe empacou e com ela a mulada toda. O guia, um índio velho, falou então na orelha da mula e ela desempacou. 
   Enfim, assim mula é sinônimo de bom senso, bom gosto e bons modos, enquanto pardo lembra pardieiro e pardacento... Então continuo mulatando!. (FONTE: Crônica escrita pela jornalista e escritor DOMINGOS PELLEGRINI, d.pellegrini@sercomtel.com.br página 3, caderno FOLHA 2, coluna AOS DOMINGOS PELLEGRINI, 26 e 27 de janeiro de 2019, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

PARABÉNS À FOLHA DE LONDRINA

Transcrição da carta de SILVERIO DA SILVA, empresário – Londrina, Folha Opinião, 26 e 27 de janeiro de 2019, página 2, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA 
   Quero parabenizar a Folha de Londrina pela longevidade e vigor com que vem se mantendo como um dos melhores jornais do Sul do País. Trata-se de um jornal que se reinventa e se renova. Quero agradecer pela oportunidade que oferece a seus leitores na página 2 (Opinião do Leitor) de terem voz e vez, da qual eu participo esporadicamente. Sobretudo, quero enaltecer a FOLHA pelo seu conteúdo cada vez mais voltado para o bem, são reportagens que inspiram e incentivam as pessoas a participarem. Ações que fazem a diferença em uma sociedade onde o individualismo ainda predomina e a fraternidade tem muito espaço a ocupar. Observem a edição do último natal, reportagem que mostram voluntários há 40 anos promovendo um belo almoço com direito a Papai Noel. Além de outras lindas histórias, todos os dias têm reportagens voltadas para o bem. Não dá para definir tudo, mas acredito nesses exemplos, e se eles fossem seguidos pelas mídia seria uma poderosa força na mudança de nossa cultura que necessita de um rumo para caminhar para uma sociedade mais fraterna. (FONTE: Coluna OPINIÃO DO LEITOR, página 2, Folha Opinião, 26 e 27 de janeiro de 2019, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

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Comentários

Wanda Cobo

"Maravilha meu amigo, continue nos deliciando com suas ideias." W.D Londrina-Pr


Adilson Silva

Olá Professor José Roberto, Parabéns pelas excelentes matérias , muito bom conhecimento para todos. muita paz e fraternidade. Londrina-Pr

Marcos Vitor Piter

Excelentes e Sabias palavras parabéns Professor um Abraço dos Amigos de Arapongas - PR.

João Costa

Meus parabéns por vc e por tudo que pude ler continue levando este conhecimento p/ todos. Forte abraço! João Batista.
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Meu amigo continue contribuindo com a sua sabedoria. Forte abraço... João Batista 31/10/2013
Daiane C M Santos
Parabéns, muito criativo e inteligente!
Zeze Baladelli
Oi meu amigo,entrei seu blog,parabéns querido,voce é um gentleman,um grande amigo e muito inteligente,desejo que Deus te abençoe mais e mais...super beijo...



MARINA SIMÕES

Caro amigo Roberto, muito obrigada por suas sábias e verdadeiras palavras. Como é bom encontrarmos no nosso dia adia pessoas que comungam nossas idéias, nossas críticas, ou mesmo comentário sobre determinados assuntos. Eu procuro escrever e mostrar mensagens de
fé, de esperança, ou mesmo um alento carinhoso para nós que vivemos um mundo tão cruel, egoísta e caótico. Estou tentando escrever um comentário sobre seus textos. Parabéns, eu os tenho como que a "arquitetura" com as palavras. É um estilo totalmente seu, e meu amigo é simplesmente estimulante. Ele nos faz pensar e isto é muito bom. Um grande abraço. Marina.



JOÃO RENATO
Aqui estou eu novamente é impossivel não entrar aqui para vê estas maravilha por vc postada. Forte abraço do seu amigo hoje e sempre...........

ADALGISA
Parabéns! meu amigo querido!!!Adorei seu blog, mensagens lindas e suaves como a tua persoalidade e seu jeito de ser!!!Abraços e beijos.
TIAGO ROBERTO FIGUEIREDO
Parabéns professor José Roberto seu blog está divino..abs !
JAIRO FERNANDES
Olá, Querido Professor José Roberto! Fiquei muito emocionado com suas mensagens postadas, gostaria muito de revê-lo novamente após muitos anos, você fora meu professor e tenho muita saudade, gostaria que enviasse-me o seu endereço.ʺ Deus te ilumine sempreʺ Pois fazes parte de minha história de vida.
ALICE MARIA
Oi tio.Muito lindo seu cantinho na internet. Tô de olho. Lembro também de algumas coisas lá da Serra, principalmente da venda do vô Rubens. Beijo ,Alice Maria.

WANDA COBO

WANDA COBO

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