terça-feira, 23 de agosto de 2016

FARÓIS ACESOS, FILÓSOFOS E POLÍTICOS


   No dia 23 de Maio de 2016, o então vice-presidente Michel Temer sancionou a lei 13.290 que obriga a utilização dos faróis acesos nas rodovias durante o dia. Achei isso muito oportuno! Afinal, as coisas por aqui andam tão obscuras que faz sentido essa reedição do feito do filósofo Diógenes que há mais de dois mil anos andava com uma lanterna acesa durante o dia para, segundo explicava, tentar encontrar homens honestos. Aventei, por isso, a possibilidade de que o autor dessa lei tenha tido as mesmas motivações, mas o que escamoteou sua ideia com o argumento de que era para aumentar a segurança nas estradas. Como a população está desiludida, desconfiada e sobrecarregada por leis criadas apenas com o fito de beneficiarem seu criador ou seus financiadores, aumentam a suspeita sobre o verdadeiro propósito de mais essa lei, até porque em alguns países, a prática existe, mas não obriga acender os faróis baixos e sim as chamadas DRI. (Daytime Running Light), ou seja, Luz de circulação diurna, opção mais moderna e econômica.
   Refletindo sobre esse tema, lembrei-me da conversa que mantive com um cidadão sobre ética e política quando ele, supostamente contrariado, disse: - “Infelizmente, é assim mesmo. Ninguém se candidata pensando no povo, mas para obter benefícios próprios” - e finalizou –“política é para espertalhões, mentirosos e descarados.” No ano seguinte, para minha surpresa, lá estava ele como candidato a vereador, e, no outro pleito, para deputado. 
   Sem saber ele empregou o paradoxo de Epimênides, outro filósofo grego que aplicava o seguinte silogismo: “Todos os cretenses são mentirosos”. Ora, sendo ele também de Creta, conclui-se que havia pelo menos um cretense veraz, já que ele dizia a verdade sobre os seus compatriotas. Ocorre que sendo ele um deles e dizendo a verdade que todos são mentirosos, impõe que ele também o era, logo, como confiarmos em sua afirmação? O sujeito com quem conversei ignorava a existência do silogismo, mas demonstrou não ser confiável em termos de política e jamais terá meu voto – pois sua lógica é epimenidiana.
   Na verdade, até acho que faróis acesos de dia ajudam sim a aumentar a visibilidade do veículo, mas como existem pessoas com grau variado de dificuldade visual, inclusive aqueles que têm fotofobia e são prejudicados pela luminosidade, acho que deveríamos aperfeiçoar a lei. Sugiro que, além dos faróis acesos, seja obrigatório o uso do som alto ou o cano de descarga aberto para fazer muito barulho e assim tornar o veículo mais audível também. O que acham?
   Brincadeira à parte, enquanto esperamos para ver o resultado dessa medida, vamos apostando na possibilidade de que a prática de “iluminar o dia” nos possibilita encontrarmos políticos honestos por onde andarmos. Se os encontrarmos, por tabela, passaremos a transitar com menores riscos de acidentes, pois haverá mais investimentos em sinalização nas rodovias, asfalto com melhor qualidade, campanhas de educação no trânsito, etc. As vítimas dos acidentes que porventura ocorrerem, contarão com atendimento integral na rede pública de saúde, já que seus impostos finalmente serão aplicados de forma justa e correta. 
   Por hora, vamos apenas evitar divagações filosóficas para não nos distrairmos e aceder os faróis, mesmo com o sol rachando, para não cometermos a infração que acarretará na perda de quatro pontos na CNH e o desembolso no valor de R$ 85,13 pela multa. Desse dinheiro, pode crer, você não verá mais a cor nem com todas as luzes acesas, seja de dia ou de noite. (JAIR QUEIROZ, pós-graduado em segurança pública em Londrina, página 2, coluna ESPAÇO ABERTO, terça-feira, 23 de agosto de 2016, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

POLUIÇÃO VISUAL COMPROMETE QUALIDADE DE VIDA


 A Lei Cidade Limpa completou seis anos em Junho e uma rápida circulação por Londrina mostra que ela tem cumprido o objetivo de disciplinar os anúncios que compõem a paisagem urbana da cidade. A maioria dos estabelecimentos parece obedecer à regra. Mas especialistas em planejamento urbano já perceberam que as irregularidades vêm aumentando aos poucos, à medida que os comerciantes conseguem burlar a fiscalização. A reportagem da Folha de Londrina percorreu vários pontos da cidade para saber o que mudou nestes últimos anos e percebeu que a poluição visual diminuiu, mas encontrou empresários que decidem descumprir deliberadamente a exigência. Em um dos estabelecimentos visitados, a placa da fachada havia sido substituída por ume menor quando a lei foi publicada, mas o proprietário voltou recentemente a colocar a antiga, que ocupa toda a extensão. A comunicação visual deve ocupar apenas 15% da área. A justificativa é sempre a mesma. O comerciante acredita que pode desobedecer ao regulamento porque outros concorrentes estão agindo errado. Ao contrário do que muitos acreditam, a poluição visual em excesso afeta a qualidade de vida em uma localidade e bairro. Os anúncios irregulares podem até mesmo causar acidentes de trânsito por desviar a atenção do motorista, além de desvalorizar o valor histórico de um prédio. Quando a lei foi aprovada, houve polêmica e um período de adequação. O município não pode deixar que a regulamentação enfraqueça. Em alguns pontos da cidade, como a Rua Sergipe, a mudança foi notável. Quando saíram as placas gigantes, fachadas antigas das lojas reapareceram. Algumas, da década de 1940. Nesse sentido, o município pode pensar em uma segunda etapa, que é a manutenção desses elementos arquitetônicos históricos relevados pós Cidade Limpa. Mas, nesse momento, melhorar a fiscalização para que todos cumpram lei significa deixar Londrina livre da poluição visual. (FOLHA OPINIÃO opiniao@folhadelondrina.com.br página 2, terça-feira, 23 de agosto de 2016, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

O CAMINHÃO DA MUDANÇA


   As estradas confabulam com as mobílias, pedem que segurem-se nas curvas, que não pule fora em caso de acidente

   Os caminhões de mudança levam histórias pelo caminho. Entram nas cidades com pedaços de sonhos, esperanças, frustrações, lembranças. Tem a cadeira do filho quando era bebê, o guarda-roupa com cabides vazios, a mesa onde o avô jogava baralho, o fogão que guarda segredos de cozinha. 
   Se abríssemos as portas do caminhão de mudança, talvez saltassem deles memórias que ficaram na capital, conversas que se espalharam pelo interior quando a moça voltou da lua de mel decepcionada com o casamento. 
   Os caminhões de mudança misturam histórias: tem a de Paulo numa metade, na outra de Ana porque os dois se mudaram para a mesma cidade e o que sobrou de espaço entre as mobílias foi preenchido por um acordo que acabou em amizade e cada um pagou a sua parte. 
   O caminhão de mudança tem um sorriso na carroceria, mas muita gente chorou quando fez a mala e se despediu da cidade onde nasceu ou embalou os poucos móveis que o filho levou para outra cidade, onde montou a república. 
   No caminhão de mudança juntam-se cadeiras, espelhos quadrados, armário com cheiro de pinho, caixas com lustra-móveis, panelas, raladores de queijo, casacos de frio, a manta que passou de mãe para filho. Os ventiladores giram a cada curva ainda que ninguém esteja perto para aproveitar o vento. Os retratos dialogam. Os quadros sentem saudade das paisagens livres e encolhem-se em cores aprisionadas nas caixas. 
   Tem também os objetos que aproveitam aquela estranha liberdade, brinquedos que esqueceram ligados, vídeos que ninguém mais assiste e ainda assim são conservados como fios de memória ou antes de captar visões perdidas. 
   Os caminhões de mudança cruzam o país de norte a sul, identificam montanhas, conhecem as praias, ficam ofegantes nos grandes centros urbanos, atrapalham o trânsito ao meio-dia, estacionam no lugar errado. 
   Quando abre as portas a família inteira os rodeia, querendo saber se vieram a TV, os lençóis, as garrafas de vinho, os roupões de banho, a poltrona azul, o abajur sem a cúpula, a almofada indiana, o relógio de corda, todos devidamente embalados para aguentarem os 500 quilômetros entre São Paulo e Londrina, os mais de 5 mil quilômetros entre o Oiapoque e o Chuí que consomem sete dias e quatro horas inteiras de viagem. 
   Entre a nova e a velha casa, os motoristas dormem mal mas seguem mesmo cansados, almoçam nos restaurantes dos postos de combustível, saindo sem camisa como heróis da BR2, aquela que alguém inaugurou em 1951, e onde até hoje faltam serviços de terraplenagem entre trevos, viadutos, pontes e túneis. 
   Até por isso, as estradas confabulam com as mobílias, pedem que aguentem o tranco, que segurem-se nas curvas, que não pulem fora em caso de acidente, que não se separem como os casais por excesso ou falta de velocidade. Os caminhões fazem um zigue-zague de rotas e vidas que vão de norte a sul, de leste a oeste, num mapa de histórias individuais rodando pelo Brasil.
   Quando os móveis chegam, as casas os consomem com a avidez dos espaços vazios, transformando-se enfim numa verdadeira habitação. Porque só os móveis têm a cara do dono, seus cheiro guardado na cabeceira da cama, um atestado de identidade que se inscreve no encosto torto da poltrona, carregada de cidade em cidade como um emblema aventureiro da mudança ou prenúncio da transformação. (Crônica da jornalista e escritora CÉLIA MUSILLI celiamusilli@gmail.com página 2, caderno FOLHA 2, coluna CÉLIA MUSILLI, domingo, 21 de agosto de 2016, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

PARANAENSES CRIAM SISTEMA QUE MONITORA QUALIDADE DE AMBIENTE DE TRABALHO


Sistema pode ser ajustado conforme a necessidade da empresa; sensores monitoram temperatura, umidade do ar, intensidade sonora no ambiente, presença de produtos químicos, poluição e partículas de poeira
   Ferramenta capaz de medir variáveis que interferem na saúde de colaboradores foi apresentada em competição nacional 
   O local de trabalho é onde as pessoas passam boa parte da sua vida e, por isso, tem grande influência em sua saúde e qualidade de vida. A maioria das empresas, até por conta de legislações específicas e questões de produtividade, tem se preocupado em proporcionar um ambiente saudável e seguro para seus funcionários. Foi pensando nesse nicho de mercado que um grupo de alunos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UFTPR) de Curitiba desenvolveu uma ferramenta capaz de monitorar constantemente as condições do ambiente de trabalho, a fim de mantê-lo adequado à saúde das pessoas, atendendo às Normas Regulamentadoras Brasileiras. 
   Todo ambiente, seja ele de trabalho ou doméstico, oferece algum tipo de risco às pessoas. Segundo a enfermeira Julia Trevisam Martins, que coordena o Núcleo de Estudos de Saúde do Trabalhador da Universidade Estadual de Londrina NUES-UEL) todo risco físico, biológico, psicológico pode trazer prejuízos à saúde do trabalhador. “Nenhum ambiente de trabalho consegue estar totalmente isento de riscos, mesmo seguindo as normas e utilizando EPIs (equipamentos de proteção individual)”, afirma. 
   Daí a importância de buscar formas complementares de prevenção desses riscos, para que a redução de danos no ambiente de trabalho seja cada vez maior. “É importante agregar novas maneiras de prevenção. Até porque, muitas vezes, o próprio funcionário não faz a sua parte, não usa o EPI, por exemplo”, argumenta. 
   Uma novidade que pode cumprir, num futuro próximo, esse papel agregador é o chamado avaliador de qualidade do ambiente de trabalho. A ferramenta foi desenvolvida por Allan Patrick Souza, Tomas Abril e Derick Assunção, alunos dos cursos de Engenharia da Computação e Sistemas de Informação. A motivação inicial foi um concurso promovido pela Telit, multinacional italiana especializada em internet das coisas – processo que pretende conectar todo o mundo físico à rede mundial de computadores. A Telit Cup Brasil premia anualmente um projeto de tecnologia desenvolvido por estudantes, incentivando o desenvolvimento de starups de inovação. 
   O projeto do avaliador nasceu como uma solução para as empresas que entendem que o ambiente afeta diretamente o rendimento dos trabalhadores. “Nós percebemos que seria uma ferramenta muito útil para as empresas. Elas estão cada vez mais preocupadas com a qualidade do ambiente porque isso tem reflexos na produtividade. O funcionário tem menos problemas de saúde, falta menos ao trabalho”, argumenta Allan Patrick Souza.
   FUNCIONAMENTO
   Segundo ele, o avaliador é capaz de monitorar diferentes componentes de um ambiente. A solução é viabilizada por meio de um hardware que monitora os índices apontados, via internet, por sensores instalados no local, permitindo avaliações constantes e também o armazenamento das informações. “O protótipo que apresentamos no Telit Cup era voltado para escritórios. Então, os sensores indicam temperatura, umidade do ar, intensidade sonora no ambiente”, explica.
   Mas o universitário garante que a ferramenta pode ser adaptada para indústrias, hospitais, laboratórios ou qualquer outro tipo de ambiente. “ Fazendo uma avaliação das condições de cada empresa e dos riscos específicos dos ambientes, a ferramenta pode ser adaptada para monitorar, por exemplo, a presença de produtos químicos, poluição, partículas de poeira. Vai ser um produto bastante flexível”, garante Souza. 
   Ele fala assim, no futuro, porque passado o concurso e mesmo sem a premiação, o objetivo é aperfeiçoar o produto e torna-lo comercialmente viável. “Nós tivemos um feedback muito bom, o projeto foi muito bem avaliado enquanto inovação tecnológica. Precisamos agora de parcerias para viabilizá-lo”, argumenta. (JULIANA GONÇALVES – ESPECIAL PARA A FOLHA, caderno FOLHA EMPREGOS & CONCURSOS, segunda-feira, 22 de Agosto de 2016, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA). 

   PROJETO PARANAENSE FICA EM SEGUNDO LUGAR EM COMPETIÇÃO NACIONAL 
Equipe paranaense premiada desenvolveu um sistema de monitoramento de vagas de estacionamento em vias públicas
   Dos mais de 2 mil projetos inscritos na Telip Cup Brasil deste ano, apenas dez chegaram à final e dentre eles mais um era paranaense. O SysPark, sistema de monitoramento de vagas de estacionamento em vias públicas, ficou com a segunda colocação na competição. Criado por Tatiana Stoski, Felipe Gabardo e Eduardo Domingues, também alunos da UTFPR, a ferramenta possibilita identificar vagas livres através de um aplicativo no celular. 
   O projeto propõe a instalação de câmeras que permitam o controle simultâneo das vagas nas vias públicas, inclusive as preferenciais de idosos e deficientes. As informações captadas pelas câmeras são enviadas para uma central, que indica aos usuários do aplicativo onde há vagas livres, já traçando a rota até ela através de um GPS. 
   Eduardo Gabardo explica que a solução foi inspirada em um sistema já utilizado por alguns supermercados e shoppings, em que o controle de vagas no estacionamento é feito através de câmeras. “Nesse sistema, eles precisam de uma câmera para cada duas ou quatro vagas. O nosso projeto prevê a utilização de câmeras de monitoramento de vias, com maior alcance, que poderiam controlar as vagas de até quatro quadras”, compara o estudante. 
   “Fizemos estudos que mostram que grande parte do tráfego em algumas regiões da cidade é de motoristas procurando por vagas. Com esse sistema de monitoramento, seria possível diminuir o trânsito e, consequentemente emissão de poluentes”, explica o professor orientador do projeto, Daniel Rossato de Oliveira. (L.G.) (LUCIANA GONÇALVES – Especial para a FOLHA, caderno FOLHA EMPREGOS & CONCURSOS, segunda-feira, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA

O PAÍS DA GRATIDÃO

   Em meus quase 25 anos de jornalismo, aprendi uma coisa: nos grandes acontecimentos, sempre há um londrinense por perto. Na final olímpica de futebol, o pé-vermelho em questão foi o técnico Rogério Micale. 
   Antes da decisão, não resisti a um trocadilho infame: 
   - A Alemanha é favorita, mas espero que Rogério Micale. 
   Graças à Deus, ele me calou. A final no Maracanã, palco da tragédia de 1950, começou a reabilitar a honra da Seleção Brasileira após aquele duríssimo e vergonhoso 7 a 1 no Mineirão, dois anos atrás. Cada vez mais eu me convenço de que o perdão e a ressurreição pertencem à natureza mais íntima dos acontecimentos em todo o universo. Na noite de sábado, eu pensei no goleiro Barbosa quando Weverson defendeu o último pênalti cobrado pela Alemanha. 
   Apesar da minha brincadeira boba, o técnico do time olímpico chamou-me a atenção desde a fase de treinamentos por sua humildade, clareza e determinação. Quando um jornalista afirmou que um dos jogadores convocados era desconhecido do grande público, Micale respondeu: “Desconhecido aqui é o técnico da seleção”. Não mais, Rogério.
   Sim, eu sei que Micale nasceu em Salvador. Mas a sua projeção no mundo do futebol se deu em Londrina e no Paraná. Acabou sendo escolhido para comandar o time olímpico após se destacar como treinador de categoria de base no Londrina e na Portuguesa Londrinense. E aqui também viveu parte de sua carreira como jogador: entre 1990 e 1992, foi goleiro do Tubarão. 
   Sempre digo que goleiro é o mais solitário e reflexivo dos personagens do futebol. E também o mais observador. A escolha de Micale para a camisa 1, Weverson, revelou-se certeira: o substituto do líder Fernando Prass, cortado por contusão, tomou apenas um gol durante o torneiro olímpico. E defendeu aquele pênalti.
   Hoje é segunda-feira, a Olimpíada terminou e eu gostaria de lembrar a todos que temos um país para construir. O exemplo de Rogério Micale e de nossos atletas de ouro servirá de inspiração para essa missão histórica: reinventar uma nação que foi destruída por criminosos. (Crônica do jornalista e escritor PAULO BRIGUET, página 6, FOLHA MUNDO, coluna AVENIDA BRASIL por PAULO BRIGUET. Fale com o colunista: avenidaparana@folhadelondrina.com.br segunda-feira, 22 de agosto de 2016, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

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Comentários

Wanda Cobo

"Maravilha meu amigo, continue nos deliciando com suas ideias." W.D Londrina-Pr


Adilson Silva

Olá Professor José Roberto, Parabéns pelas excelentes matérias , muito bom conhecimento para todos. muita paz e fraternidade. Londrina-Pr

Marcos Vitor Piter

Excelentes e Sabias palavras parabéns Professor um Abraço dos Amigos de Arapongas - PR.

João Costa

Meus parabéns por vc e por tudo que pude ler continue levando este conhecimento p/ todos. Forte abraço! João Batista.
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Meu amigo continue contribuindo com a sua sabedoria. Forte abraço... João Batista 31/10/2013
Daiane C M Santos
Parabéns, muito criativo e inteligente!
Zeze Baladelli
Oi meu amigo,entrei seu blog,parabéns querido,voce é um gentleman,um grande amigo e muito inteligente,desejo que Deus te abençoe mais e mais...super beijo...



MARINA SIMÕES

Caro amigo Roberto, muito obrigada por suas sábias e verdadeiras palavras. Como é bom encontrarmos no nosso dia adia pessoas que comungam nossas idéias, nossas críticas, ou mesmo comentário sobre determinados assuntos. Eu procuro escrever e mostrar mensagens de
fé, de esperança, ou mesmo um alento carinhoso para nós que vivemos um mundo tão cruel, egoísta e caótico. Estou tentando escrever um comentário sobre seus textos. Parabéns, eu os tenho como que a "arquitetura" com as palavras. É um estilo totalmente seu, e meu amigo é simplesmente estimulante. Ele nos faz pensar e isto é muito bom. Um grande abraço. Marina.



JOÃO RENATO
Aqui estou eu novamente é impossivel não entrar aqui para vê estas maravilha por vc postada. Forte abraço do seu amigo hoje e sempre...........

ADALGISA
Parabéns! meu amigo querido!!!Adorei seu blog, mensagens lindas e suaves como a tua persoalidade e seu jeito de ser!!!Abraços e beijos.
TIAGO ROBERTO FIGUEIREDO
Parabéns professor José Roberto seu blog está divino..abs !
JAIRO FERNANDES
Olá, Querido Professor José Roberto! Fiquei muito emocionado com suas mensagens postadas, gostaria muito de revê-lo novamente após muitos anos, você fora meu professor e tenho muita saudade, gostaria que enviasse-me o seu endereço.ʺ Deus te ilumine sempreʺ Pois fazes parte de minha história de vida.
ALICE MARIA
Oi tio.Muito lindo seu cantinho na internet. Tô de olho. Lembro também de algumas coisas lá da Serra, principalmente da venda do vô Rubens. Beijo ,Alice Maria.

WANDA COBO

WANDA COBO

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