segunda-feira, 30 de julho de 2018

QUE NOME DAREI ?


   Há algum tempo várias inquietações pairam dentro de mim. Não consegui ainda respostas.       Mudanças comportamentais e um novo ser mais ponderado, talvez como resposta às minhas indagações, são por mim constatados. 
   Sabemos que com o passar dos anos é natural a pessoa assumir sua própria identidade, ter seu próprio “ponto de vista” e “convicções”, ficando sedimentado toda educação recebida e valores até então tidos e aceitos como  verdadeiros e “imutáveis”.
   Dizem que “somos o que comemos”, o "produto do  meio em que vivemos”. Bem, foi o que chegou até minha formação.
   Na atualidade, fazendo uma retrospectiva de minhas observações, muitas destas afirmações  se confirmam e,  outras tantas tão diferentes, e para melhor, geralmente, que fico sem saber o que está acontecendo e o que virá e em quê ou quem se transformará o jovem – ou a pessoa – da atual geração. 
   Percebo que este “desabafo” está mutilado, incompleto mesmo, mas deixarei para esclarecer melhor num próximo, para não cansar o leitor visitante. 
   Obrigado pela visita. Voltem sempre que for possível, e agradeço o feedback e críticas que nos enriquece e nos impulsiona. Caso contrário seria  como um humorista contar suas “piadas” e a ficar a plateia silenciosa.
    Teria o humorista condições de continuar seu show?
    Obrigado. 

domingo, 29 de julho de 2018

MEIA VOLTA, VOLTA E MEIA


   Quando me descobri avó, senti vontade de resgatar músicas aprendidas na infância, repassadas para meus alunos e filhas, como um legado de carinho que herdei da mãe, da avó e do tempo. Fomos relembrando as letras, “lembra aquela?”, num exercício gostoso e recordações ainda mais gostosas. Num estalo surgiram “Ciranda,Cirandinha”, “Caranguejo não é peixe”, “Meu galinho”, “Atirei o pau no gato”musiquinhas de sapatinhos, de cachorrinhos, de gatinhos...”O Samba Lêlê”, “O cravo e a rosa”, “A borboleta”.
   Com essas, outras lembranças foram aparecendo: as brincadeiras. Abrindo um arquivo na memória, eis que descubro um baú cheinho de brincadeiras com cores, sons, imagens, ritmo e muita emoção: aqueles momentos únicos que a gente vive e carrega pela vida inteira como um valioso tesouro!
   Diferente dos tempos atuais o cotidiano de nossa infância estava recheado de movimentos, de espontaneidade. Era simples assim: a gente abria a porta para a vida e estava na rua. Com tantas crianças na vizinhança, sempre havia alguém para conversar e brincar. “Quem chegar por último é mulher do sapo...” “Lá em cima do piano tem um copo de veneno...” “Você gosta de amora? Vou contar pro seu pai que você namora!!!””Hoje é domingo, pé de cachimbo...”Ou a gente chegava e batia no ombro do outro para provocar a brincadeira: feda, agacha-agacha, pique, esconde-esconde...”, 1,2,3, quem escondeu, escondeu, quem não escondeu, lá vou eu... Então saíamos correndo, nos escondíamos, éramos pegos, éramos salvos, não tínhamos parada!
   “Vamos brincar de roda? Ah, não, vamos brincar de melancia” – e já ia dando um croc na cabeça para dizer se estava madura. Ou de fita – e ia girando o amigo e gritando “quantos metros” 1,2,3”, e, de tanto girar, ficávamos tontinhos. De uma brincadeira ia logo para outra ”Passa anel” ou “Somos Três Marinheiros da Europa. Que vieram fazer? Trabalhar! Como gente ou como burro? Claro, como gente! Então trabalha pra gente ver”. Começavam as mímicas e a gente ia adivinhando e trocando de lado. 
   Bastava uma parede e uma bola para começar o “Ordem, sem lugar, sem rir, sem falar, um pé, ao outro, uma mão, a outra, bate palmas, pirueta, trás com frente, mão cruz, queda feita... Sem rir agora...”, e a gente começava a rir e tinha que passar a bola. “Vamos brincar de lenção atrás?” E a roda ficava grande, todos sentados, quem recebesse o lenço levantava e saía correndo para pegar quem jogou e, se pegasse, esse ficava chorando no meio da roda tentando roubar do mais distraído. 
   Éramos tão animados que o dia ficava pequeno demais para tantas travessuras. As noites de lua eram muito bem-vindas, pois podíamos brincar na rua até mais tarde. Nos dias de chuva ficávamos olhando pela janela, enfastiados, mas quando a chuva parava, corríamos para brincar nas poças d’água. Tinha ainda o “Feijão Queimado”, “Balança Caixão”, “Céu, Inferno”, contação de histórias e piadas bobinhas, de adivinhações tipo “o que é, o que é?” E quem errasse tinha que pagar castigo que não eram aceitos e sempre acabava em briga.
   Mas as preferidas sempre foram as brincadeiras de roda. Crianças iam chegando de todos os lados e a roda aumentando; até os meninos brincavam... “Ciranda, Cirandinha”, “Você gosta de mim, Maria?” “Terezinha de Jesus”, “Mariquinha na roda”, “Penedo vai, Penedo vem”, tu és das outras e nossa também. Nessa brincadeira íamos formando duas rodas em intersecção, numa coreografia tão perfeita, uma canção bonita, suave, ritmada...
   Fechando os olhos e sintonizando o coração num tempo distante, ainda consigo ouvir aquelas canções, aquelas alegres vozes infantis, o vai e vem das grandes rodas, embalando os sonhos de uma geração privada de quase tudo, mas cheia de ternura, criatividade, tendo à disposição uma grande rua no meio das casas sem muros e, principalmente, aquela imensa alegria de viver... (FONTE: Crônica escrita por ESTELA MARIA FREDERICO FERREIRA, leitora da FOLHA, caderno FOLHA RURAL, página 2, coluna DEDO DE PROSA, 28 e 29 de julho de 2018, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

sábado, 28 de julho de 2018

NOTÍCIAS QUE CAEM DO CÉU


   Passei a semana com o olho pregado no céu ou nas notícias que vêm dele. Em Marte, que para os cientistas sempre foi o caminho das pedras ou do deserto, finalmente encontraram um lago subterrâneo, com água em estado líquido, o que aumenta bastante as chances de vida no planeta. O reservatório foi encontrado no Polo Sul de Marte, trata-se de um lago com 20 km de diâmetro. 
   Marte sempre mexeu com a imaginação dos terráqueos, muitos filmes de ficção científica têm o planeta como referência de vida extraterrena. Seus habitantes sempre foram “vistos” como seres esverdeados com anteninhas na cabeça e olhar penetrante, como se estivesse permanentemente assustados. Agora, fica mais fácil imaginar outro tipo de ser vivo em Marte. Não calculo algo próximo dos humanos da Terra, mas num lago de 20 km de diâmetro, não duvido de alguma espécie aquática que se pareça com peixes, avermelhados como as nuvens que cercam o planeta que ganhou fama por sua secura. 
   Sem água, reafirmam os cientistas italianos que descobriram o lago, nenhuma forma de vida é possível. Não à toa, dizem que nós mesmos viemos do mar, fonte de toda a vida na Terra. Assim, com imaginação de ficcionista, não custa pensar que daqui a um século poderemos disputar campeonatos aquáticos com marcianos, um tipo de Olimpíada intergaláctica. Nada é impossível. 
   A outra notícia que veio do céu foi a eclipse lunar da última sexta-feira (27), considerado o mais importante do século. Durante a semana, grupos de astronomia já se preparavam para ver o fenômeno que teria início às 16h30. Mas, no Brasil, lá pelas 18 horas – com a noite chegando mais cedo no período de inverno – seria possível acompanhar, até mesmo a olho nu, o eclipse que teria como característica a cor avermelhada que deu origem ao nome dramático “lua de sangue”. Isso nada mais é que a incidência dos raios solares nos gases da atmosfera terrestre, uma vez que a Terra ficou posicionada exatamente entre a Lua e o Sol durante o fenômeno. 
   Os eclipses sempre deslumbraram ou aterrorizaram a humanidade. Durante a semana, astrólogos anunciavam “Lua em Aquário, conjunta com Marte retrógado e Sol em Leão. Todos os astros envolvidos em quadratura com Urano, pressagiando reviravoltas inesperadas, com as relações virando de ponta cabeça”. Vocês sentiram algum baque por aí? 
   Candidatei-me a uma vaga na fila dos telescópios que apontariam para o céu, às 18 horas, na Praça Nishinomyia, em Londrina. Até o momento de publicar essa coluna não sabia o que veria, mas posso contar depois. Espero que seja um espetáculo poético, sempre estive mais interessada na poesia das coisas. 
   Embora os cronistas sejam especialistas em registrar cenas urbanas, volto com facilidade meus olhos para os céus, sempre à procura de fatos astronômicos. Aprendi com meu pai que “há mais mistérios entre o céu e a Terra do que pode supor nossa vã filosofia”. Seu Antônio nunca deixou de procurar satélites ou mesmo discos voadores, e não perdia um lance de corrida espacial nos anos d 1960. Cresci procurando com ele os sinais que vêm do céu. Sempre dediquei-me mais ao infinito do que ao imediato, e não me arrependo. (FONTE: Crônica escrita por CÉLIA MUSILLI, celia.musilli@gmail.com, caderno Folha 2, página 2, coluna CÉLIA MUSILLI, 28 e 29 de julho de 2018, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

segunda-feira, 23 de julho de 2018

AQUI DA MINHA VARANDA


   Desse espaço de minha casa tenho uma visão privilegiada. De dia, a perspectiva é de um horizonte longínquo, quase infinito, em que o cenário se apresenta azulado e meio esfumaçado, quase que uma miragem em que a cerração distorce formas. 
   Desse modo, a movimentação que vejo é pouca, ficando visível apenas o ondulado dos campos e as plantações coesas que se apresentam nos mais diversos tons da cor verde em formas diferenciadas. 
   Porém, à noite, a amplidão dessa mesma área se transforma sendo possível visualizar muitos mais sinais de vida. 
   Dentro do negrume noturno observo, à minha direita, a presença do Distrito de Warta (nome adotado por ser de um rio da Polônia). Na mesma direção geográfica, mas à minha esquerda, percebo a presença do município de Bela Vista do Paraíso (união do povoado Bela Vista com a localidade Paraíso).
   O manto noturno ressalta, por contraste, a vida que acontece nesses espaços e em seu contorno. Assim é que, apesar do negrume, é possível eu distinguir carros que delineiam as serpenteantes estradas. O movimento se forma por conta das luzinhas amarelas que “correm” tal qual fosse um colar de contas amarelas em movimento. 
   E mostram mais. 
   Vislumbro ali a existência das duas mãos da rodovia porque à direita desse colar algumas luzes vermelhas seguem indo, enquanto que à minha esquerda, às vezes, uma outra luzinha amarela sai do percurso do “rosário” e foge para a direita ou para a esquerda, o que significa que pegaram estrada para sítios, fazendas, etc. 
   O contrário de algumas outras luzinhas se incorporam ao colar, também ocorre. 
   Dentro do véu de escuridão, avisto noa núcleos que deduzo serem as duas localidades, muitas luzes amarelas, estáticas, em linhas retas e paralelas e outras, ainda, dispersas, parecendo indicar o aglomerado do grosso central da população do distrito e da cidade. 
   Em alguns lugares, um pouco afastados desse panorama, em tempo de plantio ou de safra, vejo luzinhas amarelas que traçam um ziguezagueado incessante de lavra, o que indica serem máquinas agrícolas a trabalharem o solo ou a coletarem os frutos do trabalho dos agricultores, bem ao contrário daquilo que o dia me possibilita ver. 
   Tudo aquilo que vislumbro de dia o de noite me leva a ficar muito tempo observando da varanda, coisa que me deleita e faço muitas e muitas vezes, porque sempre há coisas novas dignas de serem notadas nesse incessante processo vital. (FONTE: Crônica escrita por MRINA I. B.POLONIO, leitora da FOLHA, página 2, caderno FOLHA RURAL, coluna DEDO DE PROSA, 21 e 22 de julho de 2018, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA). 

domingo, 22 de julho de 2018

A REVOLTA DAS FRUTAS


      Se abacaxi falasse gritaria: 
   - Parem de me bater! Me derrubam na colheita, me jogam em carreta, despejam em armazém, lançam em caminhão, no mercado me tombam, no supermercado levo mais alguns tombos e assim acabo todo batido!
   A banana balbuciaria: 
   - Pois eu te invejo, diz que apanhou mas nem se vê, enquanto eu...
   A maçã murmuraria:
   - Eu tenho a sorte de viajar em caixote, mas sempre jogada e despejada de qualquer jeito, também acabo manchada de pancadas. Gente me pega, olha, joga de volta, mais uma pancadinha...
   - Sei disso melhor que ninguém, apartearia a pera – Pois sou colhida bem verde por ser tão frágil ,de casca fina, onde depois vão aparecendo as pancadas conforme vou murchando...
   - Em mim também – bradaria o abacate – tanto me batem!
   - E em mim então? – emendaria o mamão.
   Todos daí olhariam para a melancia que enfim falaria:
   - Por que olham para mim? Sou a maior mas também nada posso contra a pancadaria! E, se tenho esta casca grossa que me protege, acho que, se levar tombo, será um só e me esborracho!
   Então cochicharia aliviado o limão:
   - Que bom ser pequeno e azedo...
   - Mas que paranoia! – bradaria a atemoia –       Quem se conforma vive conforme ou luta por melhora! Por que não mudamos essa história? Sem frutas, as pessoas viveriam doentes, sabiam?
   As frutas em coro responderiam saber disso muito bem mas, suspiraria a cereja, fazer o quê? 
   - Lutar – gritaria a atemoia – Frutas do mundo, uni-vos! Basta de pancadarias! Abaixo o transporte bruto! Viagens com embalagem! Manuseio com amor! Respeito para as frutonas, carinho para as frutinhas!
    O figo então falaria então fidagalmente:
   - Minhas queridas frutas, vocês sabem que fui a fruta de imperadores e nobres, tão saborosa quanto delicada, com vasta experiência de vida e, portanto, também com avançada visão. E sei que revoltas levam a nada, tudo só se resolve com educação. É preciso fazer os humanos entenderem que, tratando mal as frutas, diminuem a renda dos produtores, o lucro dos mercadores e os empregos dos trabalhadores, aumentando apenas o lixo. Portanto...
   - Menos falação e mais ação – reagiria a manga – A atemoia tem razão, se ficarmos falando do que precisamos, estaremos apenas imitando os humanos. Precisamos fa-zer!
   - Mas – suspiraria novamente a cereja – Não temos mãos, nem ao menos pés, embora chamem as caramboleiras de pés de carambola. Nada podemos fazer senão continuar nossa missão de vida que, sabem todos, será sementear ou ser comidas. 
   - Ou virar lixo – lamentaria a ameixa – Mas meu sonho é virar sorvete ou geleia...
   - Ora, não delre – se revoltaria a uva – Eu viro suco e vinho e...
   - Che-ga! – comandaria a laranja – Vocês estão parecendo gente, tão cheias de ego, quanto de sementes! Vejam ali o cronista a anotar, quem sabe possa ser nosso porta-voz!
   Todas as frutas então olhariam esperançosamente para o cronista, até o caqui pedir: - Fale por nós! – e as frutas repetiriam: fale por nós, e enfim todas as frutas se juntariam em coro: fale por nós, fale por nós...
    O cronista prometeria fazer o que pode, uma crônica, e as frutas se calariam, algumas até meio murchando, a esperança michando, o maracujá enrugado a resmungar: 
   - Pouco me importo! Em mim podem bater, seco como sou...
   Mas a romã ainda sussurraria corando: 
- Ah, eu não desisto de ser tratada com amor... Já viram que romã ao contrário é amor? Então...
- Não se vanglorie – fala a jaca – Já ouvir falar de rejeição?
   - E eu então – começa a jaboticaba, mas o cronista avisa que toda crônica acaba (Crônica escrita por DOMINGOS PELÇEGRINI, dpellegrini@sercomtel.com.br caderno Folha 2, página 3, coluna AOS DOMINGOS PELLEGRINI, 21 e 22 de julho de 2018, publicação do jornal FOLHA DE LONDRINA).

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Comentários

Wanda Cobo

"Maravilha meu amigo, continue nos deliciando com suas ideias." W.D Londrina-Pr


Adilson Silva

Olá Professor José Roberto, Parabéns pelas excelentes matérias , muito bom conhecimento para todos. muita paz e fraternidade. Londrina-Pr

Marcos Vitor Piter

Excelentes e Sabias palavras parabéns Professor um Abraço dos Amigos de Arapongas - PR.

João Costa

Meus parabéns por vc e por tudo que pude ler continue levando este conhecimento p/ todos. Forte abraço! João Batista.
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Meu amigo continue contribuindo com a sua sabedoria. Forte abraço... João Batista 31/10/2013
Daiane C M Santos
Parabéns, muito criativo e inteligente!
Zeze Baladelli
Oi meu amigo,entrei seu blog,parabéns querido,voce é um gentleman,um grande amigo e muito inteligente,desejo que Deus te abençoe mais e mais...super beijo...



MARINA SIMÕES

Caro amigo Roberto, muito obrigada por suas sábias e verdadeiras palavras. Como é bom encontrarmos no nosso dia adia pessoas que comungam nossas idéias, nossas críticas, ou mesmo comentário sobre determinados assuntos. Eu procuro escrever e mostrar mensagens de
fé, de esperança, ou mesmo um alento carinhoso para nós que vivemos um mundo tão cruel, egoísta e caótico. Estou tentando escrever um comentário sobre seus textos. Parabéns, eu os tenho como que a "arquitetura" com as palavras. É um estilo totalmente seu, e meu amigo é simplesmente estimulante. Ele nos faz pensar e isto é muito bom. Um grande abraço. Marina.



JOÃO RENATO
Aqui estou eu novamente é impossivel não entrar aqui para vê estas maravilha por vc postada. Forte abraço do seu amigo hoje e sempre...........

ADALGISA
Parabéns! meu amigo querido!!!Adorei seu blog, mensagens lindas e suaves como a tua persoalidade e seu jeito de ser!!!Abraços e beijos.
TIAGO ROBERTO FIGUEIREDO
Parabéns professor José Roberto seu blog está divino..abs !
JAIRO FERNANDES
Olá, Querido Professor José Roberto! Fiquei muito emocionado com suas mensagens postadas, gostaria muito de revê-lo novamente após muitos anos, você fora meu professor e tenho muita saudade, gostaria que enviasse-me o seu endereço.ʺ Deus te ilumine sempreʺ Pois fazes parte de minha história de vida.
ALICE MARIA
Oi tio.Muito lindo seu cantinho na internet. Tô de olho. Lembro também de algumas coisas lá da Serra, principalmente da venda do vô Rubens. Beijo ,Alice Maria.

WANDA COBO

WANDA COBO

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